Ditadura Comunista: Repressores Atiram Na Cabeça De Um Adolescente Cubano!

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Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre onde ocorreu esse ato brutal de repressão contra o jovem, nem vazaram outras imagens do evento.

Imagens chocantes do corpo inerte de um adolescente cubano sendo baixado de um telhado por um grupo de pessoas circulam nas redes sociais nesta quarta-feira, supostamente após ter sido assassinado por agentes repressivos do governo, enquanto são ouvidos tiros e uma grande comoção social vindo das ruas próximas.

“Os Repressores Comunistas Cubanos Atiram Na Cabeça De Uma Criança E Vão Embora, Deixando O Povo Cubano Para Ajudá-La”, Denunciou O Usuário Manuel Rubio No Facebook.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre onde ocorreu esse ato brutal de repressão contra o jovem, nem vazaram outras imagens do evento. Os tiros, gritos e gritos ouvidos no vídeo sugerem que a polícia ainda estava no local durante as filmagens do evento.

Desde o último domingo, 11 de julho, quando estourou na ilha a onda de protestos cidadãos sem precedentes contra o governo, centenas de imagens de repressões violentas contra multidões de manifestantes desarmados foram divulgadas, após a convocação do presidente Miguel Díaz-Canel aos “revolucionários” combater com violência aqueles que exigem uma mudança democrática no país.

Soube-se nesta terça-feira que um pai cubano chamado Daniel Cárdenas foi baleado em sua própria casa e na frente de sua família, quando agentes das Vespas Negras, comando de elite das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba (FAR), invadiram para tomar ele prisioneiro por participar de protestos sociais.

A organização Cuban Prisoners Defenders (CPD) detectou pelo menos 187 casos potenciais de desaparecimentos forçados na ilha, após quatro dias de manifestações contra a continuidade do castrismo.

Javier Larrondo, presidente da ONG com sede em Madri, informou à Rádio Televisión Martí que esse número de casos foi denunciado ao Comitê das Nações Unidas contra os Desaparecimentos Forçados. As respectivas denúncias também foram apresentadas a outros órgãos da ONU, como o Relator Especial para Defensores dos Direitos Humanos e o Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

As informações são de Periódico cubano 

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