Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol – Série A2: Mixto fracassa, de novo!

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Jogadoras do time feminino do Mixto Esporte Clube que disputa o Brasileirão 2021 – Série A2 [Crédito: Federação Mato-grossense de Futebol]

CUIABÁ/MT – Tal qual da última vez em participou do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, em 2018, o Mixto Esporte Clube fracassou mais uma vez. Naquela oportunidade, o time cuiabano foi o lanterna absoluto da competição, sem conquistar um ponto sequer. Perdeu a pose de melhor time feminino de Cuiabá, para o Clube Esportivo Várzea-grandense nos dois últimos anos, que também não foi muito diferente das participações do Mixto Esporte Clube. Na atual competição, dos quatro jogos disputados, venceu um, na estreia e perdeu os outros três seguintes, com uma goleada de 4 a 1 para o Atlético Mineiro.

No Brasileirão Feminino de 2021, melhorou um pouquinho. Venceu na estreia, dia 16 de maio, ao Juventude Esperança, da Bahia, na cidade de Feira de Santana, por 2 a 1, dando esperança para a torcida alvinegra de que este ano seria diferente. Porém, na rodada seguinte, dia 26 de maio, derrota para o time do Aliança, do Estado de Goiás, em casa, no estádio Vereador Dito Souza, em Várzea Grande. No Estado de Minas Gerais, no dia 29 de maio, foi humilhado pelo Atlético por 4 a 1 e em Campo Grande, dia o6 de junho, nova derrota para a SERC, por 1 a 0 e hoje, sexta-feira, 18 de junho, no estádio Vereador Dito Souza, tem a chance de ao menos se despedir da competição com uma vitória, já que enfrentará o atual lanterna do grupo, o CRESSPON, de Brasília, às 16h30, que também só conquistou três pontos em quatro partidas disputadas.

Até quando o futebol feminino de Cuiabá irá pagar mico em competições nacionais? Os times ficam “loucos” para participar da Copa do Brasil ou do Brasileirão da categoria, mas não se preparam, não se reciclam, não encaram a coisa com seriedade e só fazem o Estado passar vergonha. Há dois modelos de gestão de clubes de futebol em evidencia aqui no Estado, o Cuiabá e o Ação/Santo Antonio. Porque os dirigentes dos times do futebol feminino não buscam aulas de gestão com esses dois destaques cuiabanos ou até mesmo com os dirigentes do futebol amador que organizam competições como o PELADÃO e os campeonatos realizados pela L.I.C.B? Seria melhor, então, que nem participassem. Deveriam ao menos ter amor próprio. 

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