SÓ PROMESSA: REFORMA DO DUTRINHA NÃO SAIU DO PAPEL

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Dutrinha Patrimônio do povo cuiabano, está a mais de dois anos interditado e espera por reformas. [Reprodução/FMF]

João Carlos Quer se perpetuar na FMF tal qual  seu antecessor Carlos Orione, mas nem reforma básica no Dutrinha, que já está fechado a dois anos, consegue fazer

A prometida reforma do estádio Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha, [prometida pelo presidente João Carlos de Oliveira] ficou só no papel mesmo. Interditado pela justiça desde março de 2015 por falta de segurança [o estádio é tombado como patrimônio histórico de Cuiabá]. No início do ano o governo estadual anunciou a liberação de R$ 500 mil para o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), realizar reformas no estádio.

Parte do muro do estádio Presidente Dutra que desabou com as fortes chuvas do mês de março deste ano. [Acervo Particular/Joacir Hermes]
Passados praticamente cinco meses da gestão do atual prefeito, apenas a recuperação de parte do muro que caiu devido às fortes chuvas do mês de março foi feita. Dias atrás, o sub-secretário de esportes e lazer do município, Edílson Odilon, disse a reforma ainda não foi iniciada por falta de projetos nas áreas elétricas e hidráulicas [após mais de dois anos interditado, ainda não providenciaram nem os projetos da reforma?????].                         “Por incrível que pareça o Dutrinha não possui projetos para a parte baixa do estádio. Por conta disso, as obras não iniciaram. Assim que forem conclusos todos os projetos e em consequência abrir a licitação, a empresa vencedora iniciará a reforma. Acredito que até junho terminaremos a parte que é preciso ser feito no Dutra“, disse Odilon, ressaltando que o estádio é tombado como patrimônio público do município e por isso é complicado mexer em toda a estrutura local.

Quanto à verba anunciada pelo Governo do Estado para a reforma do estádio, o Sub-secretário afirma que até hoje esse dinheiro ficou só na promessa. “Até agora não vimos esse dinheiro”, disse, para em seguida, destacar que o dinheiro só será repassado após a conclusão e entrega do projeto ao secretario estadual de Cidades (SECID), Wilson Santos, que na época foi porta-voz do governador Pedro Taques (PSDB) num encontro com Emanuel Pinheiro na sede do Palácio Alencastro.

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