OPERAÇÃO LAVA JATO: A FAXINA QUE O POVO ESPERAVA NA POLÍTICA BRASILEIRA

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MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ACUSA LULA DE SER “COMANDANTE MÁXIMO” DA ROUBALHEIRA QUE QUEBROU A PETROBRÁS

A denuncia feita ontem (15.09) em Curitiba, por Procuradores Federais integrantes da Força-Tarefa da Operação Lava Jato, acusando Lula de ser o ‘Comandante Máximo‘ do esquema de corrupção que quebrou a maior e mais rentável  estatal brasileira, é apenas a constatação do que todo brasileiro já tinha conhecimento.

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Lula, Comandante Máximo do esquema roubou e quebrou a maior empresa brasileira, a Petrobras.
A demora nesta constatação deveu-se única e exclusivamente ao fato de Lula ter comprado o silencio da maioria dos congressistas em Brasília e também à fidelidade canina José Dirceu, Delubio Soares, Sílvio Pereira e João Vaccari nutrem por Lula, e mesmo encarcerados, seguraram a onda, apesar de ter contado com pouco ou nenhum apoio do “Capo” do PT.

Quem quebrou esse paradigma foi o senador cassado Delcídio do Amaral (PT/MS) que citou o nome do ex-presidente em delação premiada. Mas estava claro, desde o MENSALÃO que aquele negócio de “Eu não vi nada, não sei de nada” era apenas porque se tratava de uma pessoa endeusada pelas camadas mais pobres de brasileiros sustentados pelo Bolsa Família, e que todas as canalhices perpetradas contra os cofres da nação brasileira não aconteceriam sem consentimento e participação de Lula e Dilma Rousseff, esta, principalmente no caso da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

 

Quem era criança na época do Plano Real não tem ideia de como era conviver com preços que não paravam de subir. Para essa geração, termos como congelamento de preços, desabastecimento, estocagem de alimentos, gatilho salarial, overnight e dragão da inflação são palavras pertencentes a um passado muito distante.

Quando o Real entrou em vigor, em 1º de julho de 1994, R$ 1,00 valia, ou era trocado por CR$ 2.750 [Dois Mil, Setecentos e Cinquenta Cruzeiros Reais], a moeda vigente naquela data. Quando entrou em circulação o Real era equivalente ao dólar americano, ou seja R$ 100,00 valia US$ 100,00 [R$ 100,00 = US$ 100,00].

Entre 1986 e 1993, a população conheceu sete planos econômicos que tinham o mesmo objetivo, derrotar uma velha inimiga: a inflação. As tentativas fracassadas acabaram criando nos brasileiros uma cultura inflacionaria. Com medo de perder dinheiro e com a inflação corroendo salários, consumidor corria para comprar antes de novos aumentos.

Reajustes alteravam os hábitos. Os longos anos de convívio com a inflação, sobretudo entre 1980 e 1994, criaram entre os brasileiros hábitos que, para os mais novos, podem parecer, no mínimo, curiosos. Era comum encontrar longas filas nos postos de gasolina às vésperas de cada aumento de preços de combustíveis, geralmente anunciados nas noites de sexta-feira.

1985
Estoques. Muitas famílias passaram a usar freezers para estoque de carne e outros produtos perecíveis. Alguns produtos sumiam das prateleiras dos supermercados e eram comprados com ágio (preço mais alto) no mercado paralelo.

1991 – Supermercado, em tempos de inflação
Foto: Chico Ferreira/AE
Ágio. A carne passou a ser alvo de especulação. Muitos açougues mantinham as portas fechadas e acertavam as vendas por telefone. Carros novos eram vendidos com ágio.
         O Estado de S. Paulo, 25/2/1990
Os preços nos tempos de inflação. A corrida inflacionaria levou o Estadão a publicar a partir de 1993 a seção “Suas Compras”, na qual informava semanalmente, aos sábados, a cotação de diversos produtos em vários supermercados e feiras livres da Capital. Algumas variações quinzenais chegavam a mais de 84%.
Preços em 5/6/1993
Preços em 19/6/1993


A máquina de remarcar preços tornou-se um dos símbolos do período de inflação fora de controle
Foto: Agliberto Lima/AE
URV. A peça mais sofisticada do Real, foi a criação da Unidade Real de Valor (URV). Ela foi um indexador diário, baseado em três índices de preços, e que também tinha uma paridade fixa, de 1 para 1, em relação ao dólar. A URV conviveria com o hiperinflacionado cruzeiro real de março a junho de 1994 e, em 1.º de julho, o substituiria, rebatizada de real.
Foto: Epitácio Pessoa/AE
Dragão derrotado. Sem o fantasma da hiperinflação, o brasileiro pode conviver com a estabilidade de preços.

O pior de tudo, é que Lula pegou um país certinho, com praticamente zero de inflação e acabou com ele. Usando da prática do Assistencialismo barato e da Propinocracia [distribuição de cargos entre aliados do PT, PP e PMDB para arrecadar propinas, obter governabilidade e perpetuar seu partido no poder] da mesma forma como fazem Bolívia, Cuba e Venezuela. E, graças a Lula, o Brasil está na mesma situação desses países comandados por ditadores comunistas.

Tenho 58 anos e me lembro perfeitamente de como era o Brasil na época da hiperinflação. Um dos períodos mais negros da história do Brasil. Casei-me em 15.12.1984, funcionário público estadual, ganhava na época salário mínimo. Em 02.01.1986, nasceu minha filha, em março começou aquela sucessão de planos economicos do governo Sarney. O governo congelou preços e salários. Produtos alimentícios, de higiene e limpeza, carne e leite sumiram das prateleiras dos supermercados. Imaginem vocês, jovens de hoje, como era a vida naquela época.Era como a Venezuela, hoje. O Plano Real melhorou 1000% a vida dos brasileiros.

Lula e Dilma tentaram inculcar na camada mais pobre de brasileiros, que se Michel Temer assumisse a presidência do país, acabaria com todos os programas sociais vigentes, como o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e o PAC. TUDO MENTIRA!!!

Depois de oito anos (dois mandatos) que Fernando Henrique lutou para consolidar as maravilhosas mudanças feitas na economia do país, o povo caiu no estelionato eleitoral de Lula e do PT. Lula se apossou dos programas criados por Fernando Henrique, tento mudado só os nomes, e aumentando indistintamente a quantidade e estendendo-os até a quem não tinha direito e/ou a quem não precisava recebe-los, sem se preocupar com de onde sairia o dinheiro para bancar essas despesas. Uma bomba relógio que deixou para explodir no colo de Dilma Roussef, a quem fez sucessora.

Conseguiu ludibriar o povo com as promessas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).  Então vieram as enxurradas de escândalos, o pé na bunda de Dilma e o Brasil o fundo do poço. O Brasil quer Lula e sua quadrilha na cadeia, a economia sob controle e a inflação próximo do zero, de novo.

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O Brasil quer Lula e sua quadrilha na cadeia.

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