Homem mata ladrão que invadiu sua casa e é preso em flagrante. Pode uma coisas dessas????

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Ele foi solto um dia depois, mas pode responder pelo crime de homicídio

Os absurdos que acontecem no Brasil, seriam cômicos se não fossem trágicos. Nas bastassem o maldito do Estatuto da Criança e do adolescente (ECA), que dá carta branca para menores de 18 anos matar, roubar, estuprar, traficar impunemente, as leis de trânsito que não punem motoristas que dirigem embriagados e matam duas, três ou até quatro pessoas de uma vez só e não são punidos com rigor por isso, existem ainda os absurdos de que as pessoas quando agem para defender a própria vida ou de seus familiares, são absurdamente presos, enquanto que bandidos matam e na grande maioria das vezes ficam impunes, tanto que invariavelmente vemos em programas policiais de TV pessoas serem presas com dois ou três mandados de prisão em aberto.

Sábado (11.11), em Poconé (104 Km ao sul de Cuiabá), dois bandidos invadiram uma residencia, o morador que tem porte de arma registrada na Policia Federal, reagiu e matou um dos ladrões Foi absurdamente preso em flagrante, por homicídio. 24 horas depois foi liberado, mas ainda pode responder a processo pelo crime de homicídio. E o direito da legitima defesa, onde fica???

Dias atrás, circulou na internet, um vídeo em que a deputada ou senadora, sei lá, também não me interessa saber, Maria do Rosário izia que a polícia só deve reagir em uma troca de tiros com bandidos se for atingido primeiro, quer dizer, quando já estiver morto, porque bandidos portam fuzis que derrubam até aviões e policiais, revolvers, calibre 38.

Por aí, se vê o nível de podridão de políticos brasileiros. Sem falar nos vergonhosos casos envolvendo o senador Aécio Neves (PSDB) e Gilmar Fabris (DEM), do presidente Michel Temer e de seu ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco (todos do PMDB). Além da descarada compra de votos na Câmara Federal para barrar os dois pedidos de Impeachment do presidente, que custou aos brasileiros mais de R$ 3 bilhões em liberação de emendas para parlamentares votarem contra os pedidos.

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