Homem chama a polícia e acusa garota de programa por furto após ‘cochilo’ e Polícia Militar fecha pontos de prostituição em Campos de Júlio

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Garota de programa é conduzida a delegacia após cliente a acusar de furto

Um programa contratado por um homem de 33 anos na madrugada de sábado (18) terminou na delegacia na cidade de Campos de Júlio (554 km de Cuiabá). De acordo com o rapaz, a moça, a quem ele pagou R$ 150 furtou sua carteira com mais R$ 300.

O rapaz esteve no Núcleo da Polícia Militar do município na mesma madrugada relatando aos policiais ter ido a um bar no bairro Bom Jardim e contratado a garota de programa, pagando assim R$ 150 para a proprietária do estabelecimento.

O rapaz disse ter levado a moça para sua casa acabou pegando no sono. Ele percebeu ter sido roubado somente ao acordar não encontrando mais a garota de programa e nem a sua carteira com seus documentos e R$ 300.

Ele ainda contou que foi até o bar novamente cobrar a moça, que negou ter furtado a sua carteira.

Os policiais foram até o estabelecimento e conversaram tanto com a dona, quanto com a garota de programa, como os três não chegaram a um acordo tiveram que ser conduzidos a Delegacia de Polícia da cidade.

No boletim de ocorrência registrado é relatado que a proprietária do bar já foi detida outras vezes por porte de drogas e favorecimento a prostituição.

Polícia Militar fecha pontos de prostituição em Campos de Júlio

Edmilson Hurtado                                                                                      Assessoria/PM-MT

Policiais militares em Campos de Júlio (520 km de Cuiabá) prenderam em flagrantes dois indivíduos que gerenciavam duas casas de prostituição no município.

Diante relatos dos policiais, os responsáveis pelos prostíbulos foram presos e vão responder por crimes de favorecimento da prostituição, casa de prostituição e rufianismo, e se condenados, cumulativamente podem pegar de seis a 17 anos de reclusão.

Na casa de prostituição conhecida como “Bar do Bola” ou “Boate azul” foi encontrado nove mulheres morando no local, que segundo elas pagavam ao proprietário do local, diárias de até R$ 25,00 para se manter morando, e ainda R$ 20,00 pela chave do quarto por cada programa que faziam, cabendo também a consumir doses de bebidas juntamente com os clientes, de onde obtinham participação no lucro.

Já no local conhecido como “Balneário Beira Rio” os policiais encontraram além do gerente, duas mulheres morando na casa, foi apurado que o local estava sendo arrendado por uma pessoa por nome de “Marquinhos” morador de Campo Novo dos Parecis, e que é proprietário de vários prostíbulos nesta região do Estado.

Em ambos os pontos, as mulheres além de serem exploradas sexualmente, foram encontradas morando em condições insalubres e desumanas.

O estabelecimento denominado “Balneário Beira Rio” utilizava-se de um alvará de localização e/ou funcionamento para o ramo de atividade “Bar e Lanchonete, Bailes e shows”, como forma de disfarçar a atividade ilícita que cometiam, e o “Bar do Bola ou Boate Azul” funcionava sem possuir qualquer tipo de licença, a prefeitura local foi oficializada e os pontos foram lacreados por agentes fiscalizadores.

Os locais além da prostituição eram pontos frequentados por pessoas afamadas, alvos de denúncias da pratica do comércio de drogas e também frequência de pessoas armadas, além das corriqueiras ocorrências de naturezas contra a pessoa e patrimônio principalmente as de lesões corporais e ameaças juntamente com a embriaguez e furtos.

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