E UM SONHO, TORNOU-SE REALIDADE!!!

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A chácara Sonho Meu já não é apenas uma aspiração na vida. Agora, só precisamos tirar do papel

CUIABÁ/MT – “Sonho meu, sonho meu. Vai buscar quem mora longe. Sonho meu”.  A letra de uma música de Clara Nunes ou de Martinho da Vila [estou em dúvidas, no momento], define bem os sentimentos meu e de minha esposa. Em 15.12.2021, completamos 37 anos de união estável e desde sempre, tivemos esse anseio de termos um pedaço de terra onde pudéssemos plantar e criar [mandioca, melancia, abóbora e árvores frutíferas], neste domingo (12) recebemos das mãos do Técnico em Agrimensura, Talvânio Vagner da Silva, nosso Memorial Descritivo, de 2.9262 há, que a partir de agora, é propriedade nossa. “Se pedirdes com fé, Deus vôs concederá!”, está escrito na Palavra de Deus.

Foto de Joacir Hermes de Amorim/www.clubenews.com.br

Passados cerca de quarenta e cinco dias, após nossa amiga Regina, oferecer-nos um pedaço de terra de cerca de dois ou três hectares em um local próximo ao Coxipó do Ouro, que antigamente era chamado de SOSSEGO, no sábado (11), de 09h30 as 13h300, estivemos no local onde a equipe do Agrimensor, senhor Talvânio, realizou os serviços de marcação dos lotes, da dona Roseli, meu [de Joacir], da jovem Sther Ferraz e do senhor Izaías dos Santos, deixando claro de agora em diante os limites de cada uma das chácaras.

No final do mês de julho [lembro que foi num sábado], estivemos pela primeira vez no local, para uma visita, onde a nossa amiga Regina, nos ciceroneou, mostrando para nós onde seria nossa nova propriedade. Nesse dia, ficamos muito contentes, pois conhecemos e aprovamos o local, que se prestará perfeitamente aos nossos intentos futuros. Já na segunda vez, felizmente, estávamos no local, pois uma queimada de grandes proporções causou um significativo dano à natureza, colocando em risco, os dois barracos de minha amiga Regina.

Mas como Regina e o esposo dela, são pessoas precavidas, havia uma grande quantidade de água estocada que possibilitou com que salvássemos as duas construções. Mais de dois mil litros de água foram utilizados por Regina, o filho e a nora dela. Como estávamos no local [Eu e minha esposa Vilma] demos nossa contribuição de combate ao fogo, que resultou de um incêndio criminoso, porém o responsável ou responsáveis, não foram identificados. Nesse dia, chegamos no segundo barraco de Regina já por volta de 11h30 e já fomos providenciar o almoço. Assamos um pouco de carne, linguiça e pão de alho, que foram servidos com arroz branco e vinagrete, regados à Coca-Cola, porém, assim que começamos a comer a ouvir o crepitar de fogo na vegetação seca desta época do ano, logo depois a fumaça e já começamos a ficar apreensivos.

Mal terminamos de comer e o fogo chegou nas cercanias dos barracos, cujos asseiros, ajudaram um pouco a conter a impetuosidade do fogo que por pouco não atingiu seus barracos. Nós, infelizmente, não tivemos a mesma sorte. O barraco que havia no nosso lote, foi completamente devorado pelo fogo. Como não estávamos no lugar na hora, nada foi feito para salva-lo, mas mesmo que estivéssemos, nada poderíamos fazer, não havia um pingo de água no lugar.

Agora, de posse dos documentos que comprovam nossa posse sobre essas terras, iremos reconstruir o lugar e fazer dele nosso segundo lugar de moradia. Essa chácara que já se chamou, Chácara Dois Irmãos, de agora em diante será denominada: CHÁCARA SONHO MEU.

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