Dor e ódio: Assassino de Vitória detalha cruelmente como matou menina

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A menina que gostava de andar de patins, ainda tentou se defender dos assassinos

O resultado do exame feito a partir do material genético colhido embaixo das unhas da menina Vitória Gabrielly deu positivo para o DNA do servente de pedreiro Júlio César. Com isso, a Polícia Civil consegue provar que o rapaz esteve realmente com a menina, conforme ele já havia dito durante depoimentos à investigação.

O Ideal Notícia nesse final de semana repercutiu uma nova fase desse crime. Júlio César Lima Ergesse, preso pelo assassinato da menina Vitória Gabrielly, é o único que confessa ter participação no crime. A polícia acredita que Júlio não somente tenha ajudado, como também participou diretamente no assassinato da menina que desapareceu de patins rosa, no interior de São Paulo. Ele deu detalhes sobre a morte que chocou o Brasil.

Assassino confirma como matou menina dos patins rosa

O crime aconteceu na cidade de Araçariguama, no interior de São Paulo. De acordo com Júlio César, ele e o casal preso nessa semana, seriam os únicos autores da morte da criança. A polícia fez exames de DNA e encontrou material genético de Vitória Gabrielly nas mãos de Júlio.

De acordo com Júlio, o material de Vitória Gabrielly apareceu em suas mãos porque minutos antes de sua morte eles entraram em conflito. A menina tentou se salvar e, por isso, houve o que o delegado do caso, Acácio Leite, chamou de “contaminação”.

Homem que matou Vitória revela dívida como motivo do assassinato

Os exames feitos pela polícia também já encontraram digitais de Bruno na cena do crime. Ele e sua companheira, que estão presos, negam participação no crime. Já o pedreiro Júlio garante que foi convidado pelo casal para participar do crime, pois precisava pagar uma dívida de drogas.

De acordo com investigações, a menina Vitória Gabrielly teve a boca tapadada com uma meia para evitar que ela gritasse. Ela foi amarrada com os cadarços para não fugir.

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