Confusão em república de Venezuelanos quase termina em tragédia

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Regado a muita cerveja, churrasco de Venezuelanos termina em confusão e com gente ferida às cinco horas da manhã de domingo (1)

CUIABÁ – Um churrasco com muita cerveja que começou no sábado ainda pela manhã, em uma republica de Venezuelanos localizada no bairro CPA 2, na rua Juína, que passa nos fundos da agencia do Banco do Brasil, só terminou com a manhã de domingo já clareando e com confusão generalizada, em que no mínimo, uma pessoa ficou ferida. O rastro de sangue que ficou por várias ruas dos bairros CPA 2 e Tancredo Neves, indica que uma pessoas ferida, sangrou bastante enquanto fazia o trajeto em direção, talvez da UPA da Morada do Ouro.

Uma testemunha que não quis se identificar, contou à reportagem do que desde a manhã de sábado, por volta das 10H, os cerca de 20 moradores [homens e mulheres] do lugar começaram a assar carne e beber cerveja e outras bebidas. E que por volta de cinco horas já do domingo (1) começou uma enorme confusão, com muita gritaria e quebra de moveis e objetos da casa. A confusão teria durado cerca de 10 a 15 minutos e então todos saíram correndo de dentro da casa e que foram seguidos por uma ou duas pessoas, possivelmente armados. E algumas mulheres, gritaram: Vaí matar, vai matar…

Na madrugada de domingo (1) quase aconteceu uma tragédia em uma republica de Venezuelanos que passa na rua atrás da agencia do Banco do Brasil do CPA 2, que na madrugada desta segunda feira teve as portas e caixa eletrônico arrombados. É…A BRUXA TÁ SOLTA!!!

Posted by Joacir Hermes de Amorim on Monday, September 2, 2019

Sobre bebida alcoólica, a reportagem pode constatar através da grade de proteção que cerca a casa, que na área frontal da casa havia pelo menos um engradado de cerveja e pelo menos duas embalagens plásticas de latinhas de cervejas e muitas latas vazias jogadas pelo chão e bastante cacos de vidro, provavelmente de garrafas quebradas [que talvez possa ter sido usada para ferir uma pessoa, já que a partir da frente do portão da casa, a um rastro de sangue de cerca de 3 quilometros até próximo da UPA da Morada do Ouro, onde talvez a vitima procuraria socorro, mas já na Rua Reserva do Cabaçal, no bairro Tancredo Neves a pouco metros da unidade de pronto atendimento médico, ela teria retornado em direção ao bairro CPA 2.

O rastro de pagadas com sangue, começava na Rua Juína em frente ao portão da casa onde aconteceu toda confusão e ainda era bem visível na manhã de domingo, mostrando que a pessoa ferida andou ou correu até à Rua Pará, virou na Rua Amapá e foi até à Rua Cuiabá em direção à Avenida Brasil, onde desceu em direção à UPA da Morada do Ouro. Entrou na Avenida principal do bairro Tancredo Neves, desceu na Rua Rosário Oeste, virou e andou até uma certa distancia na Rua Reserva do Cabaçal e depois voltou fazendo caminho inverso até próximo à esquina da Rua Cuiabá com a Avenida Brasil. Ali naquele local o rastro dos passos voltando param abruptamente. Indicando que ali o ferido tenha pego alguma condução. Fica uma pergunta no ar. Se a pessoa ferida chegou tão perto, porque não foi até à UPA receber atendimento, já que sangrava bastante?

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