Atuação de polícias civis levam à prisão suspeito de golpes em quatro estados do País

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Atuação da Polícia Civil de Mato Grosso, em trabaçho da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), levou à prisão de um homem suspeito de aplicar golpes e fraudes em, pelo menos, quatro estados do País.

Após ser comunicada pela Polícia Civil de Rondônia sobre mandado de prisão contra o suspeito, equipes da Polinter realizaram diligências para localizar o paradeiro do homem de 47 anos, investigado por diversos crimes de estelionato e fraudes. Nesta segunda-feira (18.05), as diligências se estenderam a bairros da região do Coxipó e Distrito Industrial, em Cuiabá, onde possivelmente o foragido poderia estar escondido.

Depois de levantamentos nos locais frequentados por ele, os policiais receberam a informação de que o homem poderia ter fugido para Goiás. Os investigadores da Polinter descobriram ainda que o golpista adquiriu um veículo BMW modelo 325 i, ano 2020, avaliado em R$ 190 mil reais.

Com base nas características do carro, os policiais encaminharam as informações à Polícia Civil de Goiás, que conseguiu prender o suspeito na manhã desta terça-feira (19.05), quando ele, acompanhado por um uma mulher, dirigia pela rodovia entre Abadiânia e Brasília e foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal

Contra o suspeito foi cumprido um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná, onde ele responde a crimes de estelionato e associação criminosa, entre outras infrações penais desta natureza. A Polinter apurou ainda que ele também é investigado pela participação em crimes de estelionato e fraudes documentais praticados em Mato Grosso do Sul, onde seguem diligências para esclarecer a autoria e materialidade dos crimes.

Em Mato Grosso, o foragido foi preso em setembro passado, quando foi detido e autuado em flagrante, junto com outro comparsa, em uma investigação da Polícia Civil em um imóvel utilizado por uma quadrilha onde funcionava uma fábrica de documentos falsos.

Fonte: PJC MT
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