Atleta é preso na Vila Olímpica, acusado de estuprar camareiras

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Mais uma vez os Jogos Olímpicos são marcados por crimes de estupro e mostra o quanto a segurança precisa melhorar.

Um atleta de 22 anos foi preso sob suspeita de ter estuprado, pelo menos, duas camareiras. O fato aconteceu na “Vila dos Atletas” e, nesta sexta-feira (05), logo pela manhã, os policiais da 42ª DP, cumpriram o mandado de prisão contra Hassan Saada, atleta marroquino, que ficará preso pelo menos por 15 dias para que as investigações possam ser feitas.

estupro na vila olimpica
Suposto abuso teria ocorrido na Vila Olímpica.

Os estupros teriam sido cometidos na quarta-feira, dia 3, e quem expediu o mandado temporário foi a autoridade judiciária do Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos. O atleta ainda estava na Vila Olímpica, quando foi preso e encaminhado para a delegacia, enquanto aguarda transferência para a Polinter.

Hassan Saada iria fazer sua estreia nas#Olimpíadas neste sábado, dia 6, quando enfrentaria o turco Mehmet NadirIdade Unal, mas a luta já foi cancelada e agora a comissão organizadora está modificando tudo para adequar as disputas à nova realidade, já que o marroquino ficará afastado pelo menos metade dos Jogos Olímpicos.

Outro caso de estupro, ocorrido nas dependências dos Jogos Olímpicos e que mostrou o quanto a segurança para o evento está fragilizada, aconteceu no dia 31 de julho. Genival Ferreira Mendes, que trabalhava como segurança e por isso mesmo deveria estar providenciando a tranquilidade de todos, acabou sendo flagrado estuprando uma mulher no Parque Olímpico, zona oeste do Rio de Janeiro. A Força Nacional conseguiu deter o segurança que não reagiu e foi conduzido para a 16ª DP, na Barra da Tijuca.

 Marcus Vinícius Braga, delegado responsável por este caso e titular da 16ª DP, informou que o segurança aproveitou que a vítima estava descansando. A mulher é bombeira civil e quando ela estava dormindo, Genival se aproximou e passou a mão por baixo do uniforme.

Quando ocorreu este primeiro caso de estupro, os responsáveis pelo evento informaram que era algo pontual e que não haveriam outros casos como este. Agora, os estupros das camareiras deixa claro que é preciso fazer algo rapidamente, para não termos mais histórias tristes como estas para marcar de forma negativa os Jogos Olímpicos no Brasil.

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