15/12/1984 – 15/12/2020. 36 anos de casado. Ah, meus 18 anos!!!

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Há exatos 36 anos, às 10h00, em um Cartório em Várzea Grande começou nossa união, que contando com a fase de namoro, chega aos 42 anos

CUIABÁ/MT – Tudo começou no final do ano de 1978, foge-me à memória, se foi no dia 25 ou 31 de dezembro, um beijo às escondidas nos fundos da casa de mamãe, desencadeou a paixão que dura até aos dias atuais. Meu irmão José [Zeca] era casado com Olivina, irmã de Vilma e moravam em uma pequena casa que existia no fundos da casas de meus pais. Eu, havia deixado o 9º BECnst em novembro de 1977 e Vilma, morava com o casal Juvenal e Maria Helena Barroso, na Rua 24 de Outubro e, toda sexta-feira à noite, algumas vezes no sábado, ia lá para casa para sair comigo, meus irmãos Roberto e Rose e mais alguns amigos nossos. Nessa época Airton “Cocota”, já falecido, Aécio [que tinha um Chevete], Renato e Santana.

O namoro a princípio, às escondidas, por causa do medo que havia em função do relacionamento de meu irmão com a irmã de Vilma e que podia repetir-se conosco, uma vez que parte de minha juventude não foi muito recomendável devido às bebedeiras, brigas, turma do morro… Vilma na época, morava na Rua 24 de Outubro com esse casal que a tratavam muito bem. Na época, meu sogro morava na cidade de Nossa Senhora de Livramento e a gente costumava ia visita-lo nos finais de semana e num desses passeios o namoro foi descoberto e depois de ter conversado com seo Pedro, oficializamos o namoro e marcamos a data do casamento.

Porém, quando todos eram contra o relacionamento, Vilma resolveu apostar alto no nosso relacionamento e pagar para ver. Nosso casal de filhos [Veridiana, 02.01.1986 e Lucas, 09.08.1987], nosso cotidiano, nosso dia a dia estão aí para provar que ela acertou na escolha. Sequência de fotos: 1ª) Vilma, no dia de nosso casamento; 2ª) Vilma no ano de 1994, com minha filha Veridiana; 3ª) Meus amigos Padilha e Cocota e meu irmão Roberto e 4ª) Meu sogro, seo Pedro e a esposa dele, Lucinda.

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